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02/09/2012 | Ascom Otavio Leite

A falta de manutenção nos equipamentos da praça do Ó, na Barra, chama a atenção de Otavio Leite

O candidato à prefeitura carioca pelo PSDB, Otavio Leite, esteve no início da tarde, em um corpo a corpo na Praça do Ó, na Barra da Tijuca. Ele conversou com moradores, com os feirantes e também com os artesãos do local. Na praça, além da feira livre, também funciona uma feira de artesanato aos domingos. Muitos reclamaram com ele do estado de conservação da praça e de seu entorno.

A falta de manutenção nos equipamentos da praça; bancos, brinquedos e mesas, que estão muito degradados, chamou a atenção do candidato. Segundo Otavio, “é lamentável constatar que a Praça do Ó, uma das mais importantes da Barra da Tijuca, esteja nessas condições.” Ele criticou, ainda, o estado de conservação do único banheiro público instalado na praça, que precisa de limpeza e conservação, e foi mostrado pelos próprios usuários: ”É uma vergonha que o único banheiro da praça, que serve não só aos frequentadores, mas também a todos os feirantes e artesãos que estão aqui trabalhando, esteja abandonado pela prefeitura”, afirmou.

Mas não foram só os problemas da praça que foram citados pela população, a saúde continua sendo uma das áreas com mais críticas e queixas. Segundo Nilza Gaspar, de 62 anos, moradora de Pedra de Guaratiba e que trabalha na feira livre: “Os hospitais não têm médicos. Eles abrem UPAS, Clínicas da Família, mas de nada adianta se não têm médicos. Estou há mais de um ano para fazer um exame e não consigo. O prefeito que der jeito na saúde do Rio vira presidente”, afirmou ela.

Para a moradora do Méier, Tânia Correia, de 30 anos, que estava a passeio, “a falta de médicos nos hospitais é crônica. A saúde só está boa para quem tem dinheiro.” E ainda contou sua experiência: “Fiquei horas para ser atendida no Miguel Couto e o médico que me atendeu, às pressas, me diagnosticou com dor muscular. Tive que pagar uma ressonância, que me custou R$ 950,00, e descobri, finalmente, que tinha uma hérnia de disco. Isso é um absurdo”, queixou-se. Já Francisca Mauricio de Macedo, de 33 anos, o problema dela foi o tempo de espera e não ser atendida no Salgado Filho, “a gente chega lá, fica horas na fila e não consegue atendimento”, disse.

De acordo com o candidato, o problema da saúde é relatado em todas as regiões da cidade: “Esteja na Zona Norte, na Sul, ou nos bairros da Zona Oeste, a população está carente de serviços de saúde de qualidade. Não há médicos. A prefeitura não pode só pensar em fazer obras e mais obras e esquecer do ser humano, do cidadão carioca, para quem ela tem que prestar os seus serviços com qualidade e humanidade”, concluiu Leite.

Na foto, Leite observa péssimo estado de conservação do único banheiro público instalado na praça

Foto: Marcelo de Mattos