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25/09/2013 | Aécio Neves 45

Aécio reafirma o compromisso com trabalhadores

Em dois atos de campanha, nesta quarta-feira (24/09), em Belo Horizonte (MG), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, recebeu apoio de líderes sindicais e de representantes dos setores de moda, arte e gastronomia de Minas Gerais. 

Aécio reiterou compromissos com os trabalhadores, como manutenção da política de aumento real do salário mínimo, reajuste pela inflação da tabela do Imposto de Renda, geração de empregos e substituição do fator previdenciário por outro mecanismo que não prejudique a remuneração do aposentado.

“A nossa parceria com várias centrais sindicais, com inúmeros sindicatos por todo o Brasil, é a segurança de que os direitos dos trabalhadores serão garantidos”, ressaltou.

Acompanhado por Pimenta da Veiga, candidato ao governo de Minas Gerais, e de Antonio Anastasia, que disputa o Senado, Aécio foi recebido nos dois eventos com palmas e palavras de apoio. Emocionado, manifestou confiança na virada rumo à vitória.

“Estou extremamente animado com essa reta final da campanha, tanto em Minas quanto no Brasil”, afirmou Aécio. “A nossa candidatura é a única que apresenta condições concretas de resgate do crescimento do país. E o crescimento é insumo fundamental para a geração de empregos.”

O presidenciável afirmou que agrega três importantes ingredientes necessários para iniciar um novo tempo no Brasil: experiência, competência e coragem. Ele alertou para o risco de frustração futura na hipótese de a vitória ser de outra candidatura.

“Eu não gostaria de, daqui a quatro anos, lamentarmos uma nova frustração por uma eventual decisão equivocada. Presidência da República não é local para aprendizado. Olha o que aconteceu nesses últimos quatro anos, quando a atual candidata resolveu aprender, governando o Brasil”, afirmou ele.

Superfaturamento

Aécio Neves comentou a conclusão do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as obras na refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, de que houve superfaturamento e responsabilidade do governo federal. “Todos nós denunciávamos isso, mas éramos taxados de pessimistas”, protestou.

O candidato acrescentou que: “Agora, é o Tribunal de Contas, órgão fundamental à democracia, que o governo tem pressionado de forma muito virulenta nos últimos meses, que diz que há indícios muito claros de superfaturamento em contratos da Refinaria Abreu e Lima”.

Para Aécio, “em qualquer democracia do mundo isso não pode ser aceito de forma passiva e é por isso que eu, há muitos e muitos anos, luto para encerrar esse ciclo de governo do PT para que o Brasil inicie um outro vigoroso, do ponto de vista das nossas instituições, mas também eficiente, no ponto de vista dos resultados para as pessoas.”

O presidenciável afirmou que a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff consolidou a marca do ‘eu não sabia’. Segundo ele, a petista tem “uma visão muito distorcida” das instituições de Estado. Em declaração recente, Dilma sugeriu ter controle sobre o Ministério Público e a Polícia Federal.

“Assisti, há alguns dias, uma manifestação da presidente que dava a entender que o Ministério Público e a Polícia Federal investigam porque o seu governo determina que investiguem. Nada disso. Elas investigam porque é a sua função constitucional. ”Aécio lembrou que “o Estado não pode estar a serviço de um projeto de governo.”