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11/11/2004 | Jornal Tribuna da Imprensa

Alcaide

É difícil entender as ´generosas´ referências de Cesar Maia a Ronaldo Cezar Coelho. O alcaide-factóide-debilóide não passa um dia que não faça os maiores elogios ao ex-banqueiro agora curandeiro.

Logo depois de reeleito, como falavam que ´Ronaldo não voltaria a ser secretário de Saúde´, Cesar Maia saltou e garantiu na TV Globo (a sua subterrânea) que Ronaldo Cezar Coelho não sairia.

A explicação ou a conclusão de que Ronaldo não seria mais íntimo do alcaide era pública e notória, e conhecidíssima nos círculos políticos.

Cesar Maia queria de qualquer maneira fazer uma chapa PFL-PSDB. Este indicou três nomes para Cesar escolher seu vice.

Os nomes, Luiz Paulo Corrêa da Rocha, intimíssimo de Marcello Alencar, o alcaide não aceitaria. Ronaldo Cezar Coelho, que se esperava fosse o escolhido, Maia vetou. E Otavio Leite, que será o prefeito.

A pergunta obrigatória, mas desnecessária em se tratando do alcaide: por que ele não escolheu ´o amigo´ Ronaldo para vice?