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09/09/2012 | Ascom Otavio Leite

Candidato promete incentivar as vocações culturais e artísticas em toda a cidade

Nesta manhã de domingo, o candidato à prefeitura carioca Otavio Leite e Dr. Geraldo Nogueira, vice na chapa, fizeram corpo a corpo no Méier, acompanhado de militantes e candidatos a vereador da região. O bairro, que possui mais de 50 mil habitantes, é um dos mais valorizados da zona norte do Rio. Segundo Otavio Leite, “é fundamental incentivar as vocações culturais e artísticas em toda a cidade. Os moradores do Méier, que queiram desenvolver atividades neste campo, terão todo o meu apoio como prefeito”, afirmou.

Outros temas, além da cultura popular, também foram alvo de questionamentos da população. O rodoviário Leonardo José dos Santos, de 48 anos, morador do bairro, chamou à atenção para as condições de trabalho dos motoristas de ônibus: “A dupla função do motorista, que precisa receber as passagens e dirigir, é um constante perigo para os usuários, além do que, eles não recebem nada a mais por isso. A prefeitura precisa dar atenção a este problema”, pediu. Já o gerente comercial Otaviano Pedro da Silva, de 31 anos, também morador do bairro, a segurança é um problema, e apesar de seus filhos estarem na rede particular, ele salientou: “Conheço crianças que estudam em escolas municipais, e sei que a qualidade do ensino deixa muito a desejar. Quando crescerem e tiverem que competir no mercado, com certeza não terão as mesmas chances que meus filhos, o que não é justo”.

Para a moradora aposentada do Rocha, Zilda Gomes, de 68 anos, a saúde é preocupante: “Os hospitais não têm médicos. Preciso de um ortopedista e não consigo em nenhum lugar. A UPA é fictícia, é só para enfeitar, eles fazem tudo por política”, criticou. Outra moradora que também teve problemas na rede de saúde foi a ex-taxista Catarina Abreu, de 61 anos, agora aposentada em função de uma queda na rua: “As ruas estão todas esburacadas. Sofri um acidente há 5 meses e não consegui um fisioterapeuta para me tratar. Não consegui nada nem em hospital e nem na UPA. Agora fui obrigada a me aposentar e passar minha autonomia para um irmão, pois sinto dores até hoje e meu braço ficou defeituoso”, lamentou.

Crédito da foto: Marcelo de Mattos