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23/01/2007 | Jornal do Brasil

Discussão sobre tratamento primário e coleta chegou ao Ministério Público

Ampliar a rede coletora para desviar o máximo de esgoto da Bacia de Jacarepaguá. Essa é a proposta do presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Wagner Victer, caso o tratamento primário de esgoto, exigido no termo de Ajustamento de Conduta (TAC), não seja necessário.

- Não estou dizendo que não vai ter ou vai ter o tratamento primário. Vamos contratar uma empresa para monitorar o impacto do lançamento de 900 litros de esgoto por segundo in natura no mar. Se for comprovado isso não está contaminando a praia, não vou gastar dinheiro com o que não precisa. Temos que aplicar a verba para retirar o esgoto da Barra e do Recreio - defende.

O vice-prefeito do Rio, Otavio Leite, não concorda com a posição de Victer e já acionou o Ministério Público Federal para resolver a questão.

- Lei é para ser cumprida e não discutida. O tratamento primário é uma exigência indispensável. Foram feitos estudos para se chegar ao TAC, isso não foi definido de forma aleatória. A população paga para ter o esgoto tratado e com destinação final segura. Já que a Cedae assinou a TAC, deve cumprir com a palavra - enfatiza Leite.