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15/09/2013 | Aécio Neves 45

Em Linhares (ES), Aécio Neves alerta para o voto consciente

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, conclamou, nesta segunda-feira (15/09), em Linhares (ES), os eleitores ao voto consciente em sua candidatura. Ele afirmou que somente sua candidatura pode promover de forma segura as mudanças que o Brasil precisa. Aécio ressaltou que o eleitor deve considerar, no momento de escolher um candidato, a trajetória política e suas propostas.

“Somos a mudança segura e hoje, aqui em Linhares, no Espírito Santo, estamos começando a viver a onda da razão. Essa campanha teve muitas ondas. Com a onda da razão, o voto consciente certamente será o voto no candidato do PSDB pra presidente da República.”

O candidato afirmou ter “um grande projeto de governo”, que será executado por uma seleção, não por um time de segunda divisão. De acordo com ele, será “uma seleção brasileira para entrar em campo, não aquela que perdeu de 7 a 1, mas aquela dos bons tempos, uma seleção de gente muito qualificada”.

Federação

Para Aécio, é fundamental fortalecer Estados e municípios, para que eles possam enfrentar as suas demandas e promover investimentos em áreas essenciais para a população, como saúde, educação e mobilidade.

“Serei o presidente dos municípios. O Brasil precisa ver refundada a Federação. O governo do PT transformou o país em um Estado unitário, quase todos os municípios dependentes da boa vontade, do bom humor do governo federal e da presidente de plantão.”

O candidato comprometeu-se com a chamada agenda da Federação, um conjunto de projetos que fortalecem Estados e municípios que aguarda votação no Congresso Nacional. Entre eles, está a renegociação da dívida dos Estados com o governo federal, que hoje cobra juros mais altos de gestões estaduais do que os cobrados de empresas, por meio do BNDES.

“O Brasil não merece mais uma quadra de insegurança, de improviso e de aprendizado. Temos as melhores propostas para a sua vida melhorar, para a saúde melhorar, para enfrentarmos a segurança pública com a autoridade que vou enfrentar como presidente da República”, afirmou.

Oposição

Aécio lembrou que o eleitor, ao escolher os candidatos, deve buscar a história de vida de cada um deles. No seu caso, destacou que faz oposição clara ao PT. “Desde que o PT mostrou descompromisso com a ética, o Mensalão, a incapacidade de gestão, o aparelhamento absurdo da máquina pública e uma visão absolutamente atrasada do mundo, com esse alinhamento ideológico a qual se submeteu”, afirmou.

O candidato reafirmou sua confiança na vitória. “Não posso crer que vamos perder uma oportunidade que temos nas mãos para encerar um ciclo perverso para com o Brasil, que fracassou em todas as áreas, e iniciar um outro que ninguém sabe qual é, no caso da candidata Marina.”

Ao citar o governo da presidente Dilma Rousseff, que disputa a reeleição, Aécio afirmou que a gestão dela gera prejuízos ao país e à sociedade. “O aprendizado da atual presidente da República no governo custou imensamente caro ao Brasil”, afirmou. “O governo do PT demonizou durante 10 anos as parcerias com o setor privado e o tempo se foi.”

Improviso

Para Aécio, a candidatura de Marina Silva, pelo PSB, representa risco semelhante ao governo do PT. “Um outro improviso, um outro aprendizado no governo, como propõe a candidata Marina Silva, não fará bem ao Brasil. É cada vez mais claro, e as pesquisas começam mostrar essa movimentação, inclusive aqui no Espírito Santo, de que para tirar o PT do governo é preciso colocar algo melhor no lugar, e não um PT renovado, não um PT de roupa nova.”

Aécio comparou o discurso de Marina Silva nestas eleições ao de Dilma em 2010. “Cada vez vejo mais semelhanças entre a Marina de hoje e a Dilma de quatro anos atrás, que propunha um mundo, mas não sabia como fazer para viabilizá-lo. A candidata Dilma dizia que controlaria a inflação, faria o Brasil crescer, melhoraria nossos indicadores sociais, exatamente o que propõe a candidata Marina hoje. Mas como? Com quem? Com este mesmo PT, onde está a origem das duas? Não acredito nisso”, afirmou Aécio Neves.