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15/04/2013 | Ascom Dep. Otavio Leite

Empreendedorismo: Câmara vai debater os desafios das empresas juniores e startups

De cada quatro brasileiros, um tem negócio próprio ou está empenhado na montagem de um empreendimento. O empreendedorismo brazuca mobiliza hoje 27 milhões de pessoas. De olho nesse cenário econômico vigoroso, a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados está promovendo seminário para discutir a atuação e desafios das empresas juniores e startups (empresa nova que conta com projetos promissores ligados à pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras).

O evento, proposto pelo deputado Otavio Leite, será realizado no dia 23 de abril, a partir das 14h30, no plenário 5 da Câmara dos Deputados, com entrada franca.

O objetivo, de acordo com o parlamentar, é colher contribuições da sociedade civil, jovens empresários, parlamentares e demais profissionais interessados para a promoção de um diálogo de maior alcance sobre a atuação, desafios e contribuições dessas empresas para o crescimento da economia nacional.

Estudo do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que acompanha o empreendedorismo em 54 nações, colocou o Brasil numa posição de destaque. O país só fica atrás de China e dos Estados Unidos.

Saiba mais:

- De 1,5 milhão de postos de trabalho criados desde janeiro, nada menos que 966 mil vieram de micro e pequenas empresas. Desse universo, 12 milhões já estão estabelecidos há mais de 3,5 anos. Outros 11 milhões têm seu negócio funcionando entre três meses e 3,5 anos e quatro milhões de brasileiros deram os primeiros passos nesse universo há menos de três meses.

- Só nos últimos três anos, 2,7 milhões de pessoas saíram da informalidade após a criação da lei do microempreendedor individual (MEI). É gente que fatura até R$ 5 mil por mês, como cabeleireiros, eletricistas, cozinheiros, pessoas que mantinham na economia subterrânea com medo de pagar impostos altos. Pelo MEI pagam no máximo R$ 36 de impostos mensais e passam a ter cobertura da previdência, direito à licença maternidade, CNPJ e acesso ao crédito. É dez vezes menos do que se pagava antes da aprovação da lei para abrir um pequeno negócio. (Fonte: Globo Amanhã)