Seu browser não suporta JavaScript!

01/09/2017 | Associação Comercial e Industrial de Campo Grande

Representantes da ACICG E UEZO estiveram em Brasília

Representantes da ACICG E UEZO estiveram em Brasília em busca de soluções para a universidade

Nesta terça e quarta-feira, 29 e 30 de agosto, Guilherme Eisenlohr e José Luiz Dutra da Rosa, presidente e diretor da Associação Comercial de Campo Grande (ACICG), respectivamente, estiveram em Brasília junto com a reitora da Uezo, Maria Cristina de Assis, a vice-reitora, Luanda Silva de Moraes, e a pró-reitora, Vânia Lucia Muniz de Pádua, para apresentar as demandas da universidade junto à parlamentares da bancada do Rio de Janeiro.

Na ocasião, o deputado federal Otavio Leite falou sobre as dificuldades enfrentadas pela Uezo. “Como sabemos, as dificuldades econômicas batem em todo o setor educacional, em especial nas universidades públicas. Há uma universidade no estado do Rio de Janeiro, a Uezo, que é nova, iniciou há cerca de dez anos e vem pelejando para existir, enfrentando mil dificuldades econômicas. No entanto, nós estamos tentando, a bancada do Rio de Janeiro, ajudá-la a se manter viva, porque lá se oferecem 11 cursos importantes, numa região de mais de dois milhões de habitantes, região pobre da cidade do Rio de Janeiro, que tem na Uezo a única oportunidade de uma universidade pública. Aqui estiveram a reitora, Profª Maria Cristina; o presidente da Associação Comercial de Campo Grande, Guilherme Eisenlohr, e vários sub-reitores, na tentativa de instalar uma negociação com o Governo Federal rumo a um apoio que se possa obter”, pontuou o parlamentar.

Ainda durante a sessão, o deputado sugeriu possíveis soluções para o fortalecimento da única universidade pública da Zona Oeste, como a liberação de emendas orçamentárias: “A bancada do Rio de Janeiro está muito atenta a essa possibilidade, através de uma emenda orçamentária ou mesmo se imaginar um caminho de parceria que se implante com a UFRJ, que é uma universidade muito robusta, que também vive muitas dificuldades. Mas, no fundo, eu queria registrar que nós não podemos, em hipótese nenhuma, permitir um retrocesso num avanço que é oferecer a uma população que tem mil dificuldades a oportunidade de uma universidade pública na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Lá existe todo um contexto industrial, toda a parte acadêmica está muito vinculada à preparação de mão de obra e qualificação para essa oportunidade de acesso ao mercado de trabalho”, concluiu Otavio Leite.