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08/10/2013 | Aécio Neves 45

“Serei o presidente da retomada do crescimento do Brasil”, diz Aécio a trabalhadores

“Serei o presidente da retomada do crescimento do Brasil”, diz Aécio a trabalhadores de São Paulo

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, comprometeu-se, nesta terça-feira (07/10), em São Paulo (SP), a ser o líder da retomada do crescimento do Brasil. Em encontro com trabalhadores da construção civil na capital paulista, Aécio agradeceu a confiança de seus eleitores e prometeu fazer um governo honrado e eficiente, em parceria com os Estados. 

“Queria que o meu primeiro ato de rua de campanha se transformasse em um ato de agradecimento, a tantos e tantas trabalhadores e trabalhadoras que nos deram o seu voto de confiança. A minha primeira palavra é que, se eleito, no próximo dia 26, serei o presidente da República da retomada do crescimento do Brasil, porque é só o crescimento que gera emprego, e é exatamente a geração de empregos que permite uma melhor remuneração”, afirmou. 

Ao lado de Aloysio Nunes, vice na chapa presidencial, do governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, do senador eleito José Serra, do presidente do Solidariedade, deputado federal reeleito Paulinho da Força, do deputado estadual eleito Ramalho da Construção, e do presidente da Força Sindical, Miguel Torres, Aécio visitou canteiros de obras, cumprimentou trabalhadores e tirou fotos. 

Aécio foi recebido com palavras de ordem como “Não é mole não, Aécio Presidente para acabar a corrupção” e foi carregado pelos trabalhadores ao final do evento.

Compromissos

Após percorrer as obras, Aécio conversou com os trabalhadores e posou para fotos no local. O candidato a presidente lembrou que, nesse segundo turno, o Brasil tem duas opções: uma que o país já conhece, que levou “à inflação voltando a crescer e saindo de controle, às denúncias de corrupção que não cessam e não terminam, e à perda de credibilidade do Brasil”. O segundo caminho, representado por Aécio, possui “compromissos claros que já assumimos e que estamos reiterando a cada dia”.

“Chegou a hora de uma decisão que vai dizer respeito à vida de cada um de nós, ao emprego de cada um e, sobretudo, às famílias e às gerações que estão por vir. Se nós não vencermos essas eleições, infelizmente serão quatro anos ainda piores do que esses últimos quatro que já tivemos. Porque o atual governo perdeu a capacidade de inspirar confiança e sinalizar para o futuro”, disse Aécio.

Honrar cada voto 

Aécio prometeu aos trabalhadores honrar cada voto e apoio que receber, além de iniciar a construção “de uma bela página na história desse Brasil”. Ele acrescentou que pretende firmar uma grande parceria com São Paulo e os outros Estados do país, “para que os investimentos continuem vindo, as obras de mobilidade continuem em um ritmo cada vez mais acelerado, e a qualidade da saúde possa melhorar”.

“Quero oferecer isso, uma grande parceria. A parceria do bem, a parceria olho no olho, da verdade, entre homens públicos que acreditam que a política pode sim, desde que exercida com seriedade, com responsabilidade, transformar para melhor a vida das pessoas”, destacou Aécio.

Time

Aécio Neves aproveitou a oportunidade para agradecer o apoio recebido de seus companheiros de partido Geraldo Alckmin e José Serra. “A presença deles aqui hoje, ao meu lado, é a demonstração de que nós somos um time que tem responsabilidade com São Paulo e com o Brasil”, definiu.

Para o governador reeleito Geraldo Alckmin, o Brasil precisa crescer para gerar mais empregos, melhores salários e mais oportunidades para os trabalhadores. “Há 60 anos, Juscelino Kubitschek foi o presidente que realizou todas as reformas de que o Brasil precisava. O Juscelino Kubitschek do nosso tempo vai ser o Aécio. Política é esperança, e a esperança está aqui. É Aécio Neves na cabeça!”, conclamou.

O senador eleito José Serra ressaltou que os votos de São Paulo, onde Aécio venceu a corrida presidencial, farão a diferença no segundo turno.

“Nossa tarefa é elegê-lo. Estamos vendo a economia parada, a inflação crescendo, o pessimismo generalizado. Com isso, o salário não melhora. Com a Dilma, o país não vai crescer, ela não tem crédito e nem confiança para isso. Aécio é a mudança na política e na economia. Eu e Alckmin fomos candidatos à Presidência da República e batemos na trave. Aécio vai acertar no meio do gol”, destacou Serra.